Luuk - Missões

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Mensagem por Luuk Bykov em 11/1/2014, 14:45

Let's do it.
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Re: Luuk - Missões

Mensagem por Akιø ' em 11/1/2014, 14:55

Tipo de Batalha: Missão
Bruxa: Gisela
Características da Bruxa: A bruxa das peças de prata cuja natureza é a da liberdade. Sua aparência é a de um robô de peças amareladas com partes negras. Embora tudo nos domínios da bruxa seja em alta velocidade, a bruxa em si é bastante lenta. Seu corpo uma vez já foi de uma prata brilhante, mas enferrujou na exposição ao vento marinho quando a bruxa olha para a praia todos os dias.
Familiar: Sua serva se chama Dora, cujo dever é a perturbação, isto é, perturbar o inimigo para que Gisela possa atacar apesar de sua lentidão.
Dificuldade: Avançado
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Re: Luuk - Missões

Mensagem por Luuk Bykov em 16/1/2014, 04:08

Poucos metros me separavam da orla marítima, de onde já era possível sentir a brisa agradável e o barulho das ondas, mas minha missão ali era outra. A parte mais tocante e chata da vida de todos os contratantes: passar cada dia útil da sua vida caçando bruxas que só parecem aparecer em horas muito inoportunas.
Incrível como não se pode mais nem passar um fim de semana em família sem ter aquele pressentimento ruim de que alguém vai por exemplo pular do topo de um hotel e se esborrachar no asfalto quente (até por que esse tipo de coisa acontece o tempo todo).
Enfim, estava havendo atividade maligna ali pertinho da orla o de por acaso eu estava, e como de praxe, eu teria que resolver tudo antes que alguém morresse. Então apenas fugi da vista dos meus pais e dos outros banhistas para poder manusear minha gema sem interrogatórios maiores.
De fato o primeiro sinal sempre é a soul gem, que apesar de ser um bom radar, não tem muito senso de direção quanto às coordenadas horizontais das inimigas.
Nesse caso em particular, a minha me levou até um hotel enorme, e me fez rodar por todas as redondezas até me dar conta que a entrada da barreira não era no térreo. Até aí tudo bem, eu teria que me infiltrar lá dentro sem perguntas por parte da gerência do hotel. Se eu entrasse iria causar estranhamento, e já que eu estava evitando interrogatórios descartei essa possibilidade na hora.
O único jeito de entrar seria por fora, talvez por alguma porta de acesso na cobertura, o que não era tão impossível graças ao meu poder telecinético. Me transformei ali mesmo na lateral do prédio e procurei algo que pudesse me levar ao topo do edifício sem muito trabalho.
Minha sorte foi um elevador manual, daqueles usados em limpeza de janelas, que estava ali parado e sem uso. Seria bem mais prático subir por ele, e bem mais discreto também. Lá em cima, foi só pular no parapeito e correr até a porta de acesso à escada de incêndio.
Finalmente a presença da bruxa começava a aumentar. A cada lance de escadas descido por mim, era ainda mais notável a presença do "desespero encarnado" ali.
Mais ou menos no oitavo andar, a atividade atingiu seu ápice, ali estava a porta do labirinto, e quanto mais eu avançava, mais o corredor escuro se distorcia.
O chão se converteu em um conjunto de plataformas de ferro oxidado e placas de concreto verticais, e o céu em uma grande rodovia. Era possível ver a cidade ao longe e sentir as ondas do mar batendo contra o metal.
Diferente da barreira anterior, essa tinha muito movimento e não só pela presença do mar, mas alguns familiares curiosos ali perto.
Aquelas coisas estranhas me notaram assim que eu cheguei e vieram me atacar. Por mais variadas que fossem as aparências delas, nenhuma ali era a bruxa.
As servas da inimiga eram corpos ovais e negros, com dois olhos esféricos reluzentes e de tamanhos diferentes, cada uma com braços diferentes e enferrujados. O grupo ao meu redor totalizava 8 familiares, a nona provavelmente havia ido noticiar minha chegada à dona da barreira.
Antes que elas pudessem me atacar, arranquei uma das placas de metal da plataforma e atirei contra uma das criaturas. Teria que ganhar tempo e achar a bruxa, pois é uma questão de tempo até os "acidentes" acontecerem.
Deliberadamente, era muito fácil mover qualquer objeto com telecinese, especialmente usando os braços como forma de projetores.
Qualquer forma de ataque que as criaturas usavam por si era inútil e facilmente defendido, até que as oito se lançaram contra mim. Elas conseguiram me derrubar no chão, e uma delas me agarrou com sua garra metálica, me lançando contra uma parede de concreto. Bati a cabeça e até fiquei meio atordoado, tentando recobrar o equilíbrio e voltar a lutar o mais rápido possível.
Os monstros ainda estavam espalhados pelo campo de batalha, tentando atrair minha atenção com seus barulhos metálicos e formas bizarras. Eles não pareciam gostar de falhar, pois apitavam, batiam e giravam mais rápido quando eu os ignorava e tentava prosseguir.
Justamente aí, junto ao paredão cimentado me veio a ideia de juntar e prender aquelas coisas confusas.
Ergui as mãos e comecei a ordenar tudo com os dedos indicadores, como numa orquestra, juntando as oito criaturas e um canto junto de outra construção de rocha.
A segunda parte desse plano foi um pouco mais difícil. Minha mente focou em destruir a parede, torná-la pequenos grãos e juntar com água do mar, retirada da abertura feita no chão a alguns minutos, apenas para dar liga à argamassa. As serviçais, cobertas de cimento fresco se moviam ainda mais lento, e petrificaram assim que fiz todas as moléculas de água da massa levitarem e se unirem, vindo à minha mão na forma de uma espada líquida.
Em questão de segundos ouvi o ronco de um motor, vindo rapidamente. As peças de prata reluzentes vinham como um borrão em minha direção, me acertando no peito e me lançando mais uma vez pra trás. Bati em uma das grades de ferro que protegiam as laterais da plataforma, e com certeza não iria deixar barato.
Após me bater com toda sua força, a bruxa foi envolta por uma luz arroxeada e suas peças voltaram a enferrujar, tomando uma forma diferente. Ela parecia triste, e olhava fixamente para o horizonte, se movendo em um tipo de câmera lenta.
Tudo passou a fazer sentido, as servas funcionavam como distração para que ela pudesse adquirir a forma de motocicleta e se mover livremente. E sem as distrações, ela estaria completamente vulnerável!
A espada de água salgada ainda estava em minha posse, apenas esperando a oportunidade de finalizar aquela bruxa. Corri até uma das paredes cinzentas, criando e lançando outra arma bem mais pesada, que quase a fez tombar ao receber o impacto.
Era minha chance mais propicia de atacar. Pulei, tentando fazer com que o ar suspendesse meu corpo por mais tempo. Infelizmente o resultado não foi o melhor, resultando em uma pequena queda e um joelho ralado. Apesar disso, eu já estava bem perto da criatura, pronto para finalizar a luta. Sua lentidão lhe custaria a existência.
As peças enferrujadas rangiam, e seus olhos não desgrudavam da visão do horizonte. A lâmina de líquido ultrapassou os limites do seu corpo, sendo seguida por mais cinco espadas iguais, surgidas das ondas que quebravam próximas da beirada.
Ela se desfez em uma nuvem de escuridão, e sua barreira também, voltando a ser apenas o corredor normal. A grief seed se fixou ali no chão e eu a peguei, rumando novamente a cobertura.
Murmúrios histéricos podiam ser ouvidos dali de cima, com certeza havia algo errado. A visão que tive logo depois não foi a mais agradável: Um homem grisalho, estirado no meio de uma poça de sangue. A multidão se perguntava os motivos do suicídio, e q perícia fazia o mesmo.
O sentimento que me consumia agora era a culpa. Eu não pude salvá-lo, e se não o fiz não mereço a purificação.
Deixei a semente de rancor que repousava em minha mão flutuar por um segundo, e depois lancei-a ao fundo do mar.
Só me restava esperar a multidão se dissipar, e todos -inclusive eu mesmo - esquecerem disso pela manhã...
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Re: Luuk - Missões

Mensagem por Akιø ' em 16/1/2014, 07:16

Dificuldade inicial: 35 linhas
Recompensa inicial: Exp 60 -30% purificação

Dificuldade atingida: 64 linhas
Recompensa adquirida: Exp 125 -45% purificação +140$ (Incubator: 47)

Nota: 9.6 - História impressionante...
Observações: A história está incrível, mas você poderia organizar seu texto melhor...~
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Re: Luuk - Missões

Mensagem por Akιø ' em 16/1/2014, 07:52

Tipo de Batalha: Missão
Bruxa: Bruxa dos Bell
Características da Bruxa: Uma Bruxa que se disfarça de humana e se esconde em milharais. Ela bate na porta das casas e devora quem a atender. Ela assombra as fazendas, fazendo ruídos e arranhões nas paredes. Muitos afirmam que ela é o símbolo do poltergeist.
Familiar: Não.
Dificuldade: Difícil
Número de Linhas: 70 linhas
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